Ultrassonografia 3D/4D auxilia no diagnóstico de anomalias fetais

Entre todos os desejos que as mamães podem ter durante a gravidez, do mais simples ao mais inusitado, o maior deles certamente é de ver o rostinho da criança. A ultrassonografia 3D/4D, além de proporcionar aos pais um momento de grande alegria por mostrar o bebê em tempo real, é um importante instrumento que ajuda no diagnóstico de anomalias de superfície do feto.

Segundo a médica ultrassonografista especialista em medicina fetal, Fabíola Dumêt, este tipo de ultrassonografia produz os vídeos em tempo real, permitindo a visualização dos movimentos do feto em sua integridade. “Com a ultrassom 3D/4D, o médico pode estudar a anatomia de superfície e das extremidades. O procedimento pode complementar o ultrassom convencional mostrando com mais detalhes anormalidades como fissuras labiais, encefaloceles e pé torto congênito”, salienta.

Em qualquer momento da gravidez é possível fazer o exame, no entanto o ideal é realizá-lo entre a 26º e a 30º semanas, uma vez que, quanto mais avançada a gestação, será mais difícil captar a imagem do bebê. A posição do bebê, a quantidade de líquido amniótico e o biótipo da mãe são fatores que podem prejudicar a visualização do feto.

Outro ponto a destacar é que este ultrassom é um recurso significativo para o diagnóstico complementar de algumas patologias ginecológicas, tais como pólipo uterino, mioma submucoso, além de ser útil na avaliação de alterações mullerianas uterinas como útero bicorno.

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